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Conheça histórias de jogadores que perderam tudo

Atualizado: 24 de jan. de 2020

Nesta série sobre jogadores de futebol e finanças falamos sobre os principais erros cometidos por atletas famosos.


George Best. Futebolista Norte-Irlandês que se consagrou no Manchester.
George Best. Futebolista Norte-Irlandês que se consagrou no Manchester.

Já neste artigo traremos 3 histórias problemáticas que talvez sejam conhecidas do grande público, mas que refletem a necessidade do planejamento financeiro, do controle de gastos e dos perigos da vida desregrada.


O primeiro caso é do atacante brasileiro Jorge Mendonça. Ele jogou a Copa do Mundo de 1978, foi artilheiro em clubes como Palmeiras, Vasco e Guarani e ao longo de sua carreira acumulou um patrimônio considerável, investido em imóveis em Campinas e Recife, automóveis e linhas telefônicas.


No entanto, Jorge ao encerrar a carreira aos 37 anos, já não gozava de boa saúde financeira. O resto de seus bens acabariam sendo consumidos em uma separação litigiosa.


Mas isso não era tudo. O ex-jogador já convivia com o alcoolismo desde os tempos de atleta profissional e os abusos também afetaram sua saúde – o que por tabela o impediram de seguir trabalhando no futebol, seja como treinador ou outra função diretiva – e também drenaram boa parte dos recursos financeiros já escassos.


Em 2002, já com diversos problemas físicos, Jorge Mendonça foi acolhido no Guarani e muitas vezes chegou até a morar no clube. Ele faleceria três anos depois por problemas cardíacos.


Por sua vez, o inglês Paul Gascoigne teve um início de carreira arrasador, sendo considerado o grande atleta para o futuro do futebol da terra da Rainha na segunda metade dos anos 1980.


Gazza, como era conhecido pelos fanáticos torcedores de Newcastle e Tottenham, chegou à Copa de 1990 como um dos destaques do torneio. Uma imagem sua, chorando, após ter levado um cartão amarelo e ser suspenso, no confronto contra a Alemanha, foi das mais marcantes daquele campeonato.


O meia ainda jogaria pela Lazio, da Itália, em meados dos anos 1990, mas as confusões extra-campo atrapalhavam cada vez mais o seu desempenho nas quatro linhas.

Em 1998 ele seria internado pela primeira vez, aos 31 anos, após ter tomado incríveis 32 doses de whisky.


A partir desse momento, a agonia de Gascoigne envolveria 6 temporadas perambulando por clubes menores até o encerramento pelo modesto Boston United.


Neste período ele ainda seria preso algumas vezes e acrescentaria o vício em drogas ao abuso do álcool.


A vida de excessos custou todo o seu patrimônio financeiro, após separações, tratamentos médicos e gastos com drogas. Atualmente, o jogador de 51 anos ainda tem se reerguer e tem disputado torneio de atletas veteranos.


GENIALIDADE A última história trata de um dos jogadores mais geniais dos anos 1960 e 1970: o norte-irlandês George Best.


Frasista de qualidade, craque e uma personalidade destrutiva fizeram com que ele fosse considerado o “Quinto Beatle”.


Após 11 anos (1963 a 1974) atuando pelo Manchester United, onde foi campeão europeu, Best resolveu partir para uma jornada diferente no futebol, atuando nos Estados Unidos, por clubes menores na Inglaterra e Escócia, sempre lutando contra a sombra e os efeitos do alcoolismo.


O estilo de vida luxuoso afetou sua vida financeira, apesar dele não ter morrido, em 2005, em estado de pobreza.


Em um de seus lampejos geniais, Best teria dito a seguinte frase ““Gastei muito dinheiro em bebida, mulheres e carros rápidos. O resto eu desperdicei”.


A mensagem que fica nos 3 casos apresentados é a de que os excessos, seja de gastos, festas ou bebidas, afetam diretamente a vida financeira de um atleta.


Planejar, poupar e adotar estratégias para isso é fundamental.


Entre em contato conosco: https://www.rogercorrea.com.br/contato

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